Huilanos aplaudem adiamento da corrida

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A presidente da Associação de Atletismo da Huíla (APAH), Ana Isabel, considerou oportuno o cancelamento da 65ª edição da São Silvestre, inicialmente prevista para o dia 31 de Dezembro último, nas ruas de Luanda, em função do aumento dos casos da Covid-19.
Ana Isabel disse que a corrida da São Silvestre de Luanda movimenta muita gente e o Decreto Presidencial que suspende todas actividades desportivas federadas constitui uma mais-valia para prevenir possíveis casos de contágios contra a pandemia.
Referiu que primeiro está o bem vida e depois o desporto. Sublinhou que não se faz desporto sem a vida.
Na minha opinião como a corrida alberga muita gente, fizeram bem adiá-la porque primeiro está a vida e depois o desporto. Não se faz desporto sem a vida. Daí que o Decreto Presidencial veio a valer. Imagina nós estarmos numa competição e testar positivo 100 a 200 pessoas? Será uma calamidade”, questionou.
De acordo com a dirigente associativa, o Decreto Presidencial trouxe uma mais-valia pelo facto de estar em causa em primeira instância o “bem vida”, tendo acrescentado que os atletas que estavam a se preparar para competir nesta corrida ser uma pena em virtude de a forma desportiva de um corredor não se encontrar em um dia.
Muitos gastos despendidos para não se realizar a prova. Mas infelizmente, vamos aceitar por estar em causa o bem vida”, reconheceu.
Para Manuel António, presidente de direcção do Clube Jamba Sport, a preparação das equipas na província da Huíla para participar na corrida da São Silvestre decorreu da melhor maneira. Os corredores, clarificou, estão já há seis meses a se preparar para a tão esperada festa do atletismo nacional e, logo que terminou o campeonato nacional de pista em Luanda, retomaram com os seus trabalhos.
Fonte: Jornal de Angola.

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